terça-feira, 13 de abril de 2010

Bertold Brecht. II

Esse não foi o primeiro poema do Brecht que li, mas foi o que me chamou atenção para a força do autor. Sem mais, Brecht:

Nada é impossível de Mudar 
Desconfiai do mais trivial, na aparência singelo. 
E examinai, sobretudo, o que parece habitual. 
Suplicamos expressamente: não aceiteis o que é de 
hábito como coisa natural, pois em tempo de desordem 
sangrenta, de confusão organizada, de arbitrariedade consciente, 
de humanidade desumanizada, nada deve parecer natural 
nada deve parecer impossível de mudar.

Arte: Angeli

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