sábado, 4 de janeiro de 2014

Estrelas, faróis e vaga-lumes

ESTRELAS, FARÓIS E VAGA-LUMES

Sob a luz de estrelas, faróis e vaga-lumes
eu ouvia uma canção, um misto
daquele gostoso som de água correndo
com risos ainda tímidos.

Sob a luz de estrelas, faróis e vaga-lumes
que iluminavm aquele chão de pedras
brilhava fundo o seu olhar que
mirava distante e profundo.

Sob a luz do brilho do seu olhar
minhas palavras se perdiam
minhas pernas sutilmente tremiam
meu coração, como podes sentir, disparara.

Sob um doce e inebriante perfume dos teus cabelos
tentei me explicar, tentei te entender.
Quis te beijar, quis não ter querer,
mas ao te abraçar, pude tudo esquecer.

Sobre tudo isso que rabisco,
arrisco, de longe, um beijos
daqueles roubados, cheios de desejos.
Na esperança de que um dia,
um dia...

(Parece que acaba assim, do nada, meio sem jeito, mas o poema é meu e não termina sem um beijo)



(Henrique Castro,
São Paulo, 02/12/2013)

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